A Religião Assassina
Quando amamos exageradamente nossos rituais, eles se tornam maiores do que o próprio Deus. O legalista ama mais suas regras do que as pessoas, por isso Jesus abominou a religiosidade. Onde ela cresce desaparece o amor e a misericórdia. Para os fariseus guardar o sábado era muito mais importante que libertar um acorrentado por satanás ou curar um moribundo sofredor. Até mesmo colher espigas (vs 1,2) para matar a fome era menos importante. Para tais religiosos o ser humano é secundário. Essa é a religião que nasceu no coração do homem, insensível, dogmática e tirana. Seus seguidores exalam superioridade, olham os outros de cima para baixo, não conseguem ofertar misericórdia nem demonstrar empatia. Amam as práticas exteriores, pois não conhecem a essência do amoroso e Santo Jesus. Matar a fome, perdoar, ter paciência, sofrer e sacrificar-se só é possível àqueles que conheceram o mestre do amor.





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