Corações Cheios, lábios Virtuosos.

Corações Cheios, lábios Virtuosos.
Mas, o que sai da boca, procede do coração, e isso contamina o homem.” Mt 15:18
o nosso falar, conversas e linguajar expressam o nosso interior, nossa riqueza ou pobreza, revelam as profundezas da nossa alma, se rica ou miserável, santa ou profana. “A boca fala do que está cheio o coração” e por mais que camuflemos nossa miséria interior com disfarces religiosos, as entrelinhas mais sutis de nossas declarações revelam quem somos, através de nossas preferências, gostos e paixões, as palavras são um verdadeiro raio-x do nosso coração.
O que sai da boca procede do coração”.
Ninguém consegue fugir a essa verdade. Os assuntos que permeiam os lábios de um homem refletem com clareza o que esse homem tem em seu interior. O salmista disse:
Salmos: 19. 14. Sejam agradáveis às palavras da minha boca e a meditação do meu coração perante a tua face, Senhor, Rocha minha e Redentor meu!
Que as palavras da minha boca sejam agradáveis ao Senhor. ” Esse é o desejo mais profundo de um santo, expressar através de suas palavras, o seu amor e comprometimento com o seu Deus. Quando nosso coração está ocupado com as futilidades desse mundo, os seus valores, ambições e desejos com certeza permearão nossas rodas de conversas e confraternizações, nossas palavras revelarão o vazio de um coração que por pura negligência não se aproximou da fonte de toda vida, Jesus, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria do conhecimento. Cl 2.3
O cristianismo moderno tem produzido homens e mulheres vazios, negligentes consigo mesmos, treinados apenas nos prazeres momentâneos e nos benefícios que Deus pode lhes proporcionar aqui e agora. Nossa literatura está cada vez mais pobre com temas onde o alvo principal é a felicidade desse homem e não a glória de Deus. Nossas músicas já não cantam o anseio pela eternidade, antes trazem letras e ritmos que alimentam a alma infantil de pessoas que nunca conheceram o nazareno. Nossas igrejas quais clubes sociais frequentado aos domingos cansam os seus membros com uma liturgia produzida pela mente humana, que tenta agradar a Deus como Caim, oferecendo o que vem do seu próprio coração e não o que vem dEle mesmo. Mas a nossa estrutura de igreja e o que temos produzido não fala de nós mesmos? Do que está cheio o nosso coração? Analisemos nossas escolhas, com o que gastamos o nosso tempo e como preenchemos o coração, pois Só assim o nosso falar será uma fonte de edificação e glorificará o nosso Deus.
Mateus: 12. 33. Ou fazei a árvore boa, e o seu fruto bom; ou fazei a árvore má, e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore. 34. Raça de víboras! Como podeis vós falar coisas boas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. 35. O homem bom, do seu bom tesouro, tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más. 36. Digo-vos, pois, que de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo. 37. Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.
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